Seguradoras low cost

Companhias de seguros apostam no low cost

Parece que as seguradoras low cost vieram mesmo para ficar, a avaliar pela sua crescente implantação no mercado dos seguros. Antes, o preço do seguro variava em função dos anos de carta e dos acidentes, todavia, as regras mudaram com o surgimento e a proliferação das companhias de seguros low cost. A estratégia agressiva imposta por estas novas seguradoras no mercado segurador, provocou uma descida generalizada dos preços, mesmo entre as companhias tradicionais. Sendo assim, a maioria viu-se obrigada a acompanhar esta redução de preços e a lançar promoções mais agressivas para manter e ganhar novos clientes. Os clientes agradecem. 



Seguradoras low cost

A Seguro Directo e a Ok teleseguros! foram pioneiras no mercado de seguros português. Já lá vão dez anos, e já apresentam algum peso no negócio total do sector. A Seguro Directo reconhece que existe uma crescente procura das seguradoras low cost, “nem que seja para a consulta e a comparação de preços”, revela a directora coordenadora Sandra Moás. A responsável diz ainda que estas seguradoras “têm contribuído para o dinamismo e para a diversificação do mercado, uma vez que incitam a revisões tarifárias para se conseguir preços competitivos”. Aliás, no entender da mesma, o consumidor procura o melhor equilíbrio no binómio preço/confiança. Uma opinião partilhada pela OK! teleseguros. A seguradora tem vindo a diversificar a sua oferta – através do lançamento de produtos adaptados a diferentes necessidades e segmentos, de que são exemplos os produtos OK! Mulher, OK! Família, OK! GPS – mas reconhece que ainda há mercado para crescer. “O peso das seguradoras focadas na exploração dos canais directos tem vindo progressivamente a aumentar, contudo, existe ainda um longo caminho a percorrer, dado os valores já atingidos em outros mercados europeus, pelo que subsiste ainda um grande terreno a explorar por todas as seguradoras”, afirma o director de marketing, Sérgio Carvalho . Mas este conceito low cost foi-se alargando nos últimos anos e assistimos ao aparecimento de novas seguradoras. É o caso da Logo. Terminou 2010 com 20 milhões de euros em prémios e 115 mil clientes e acredita que a tendência é para continuar a crescer. Segundo a mesma, os consumidores vão continuar a “procurar produtos e serviços onde possam poupar, com ganhos de conveniência e acessibilidade, através das novas plataformas electrónicas”. A fórmula é simples: “Garantir as mesmas coberturas, o mesmo nível de protecção contra os riscos, com a mesma qualidade, ou até superior”, salienta o director-geral, José Pedro Inácio.

É também frequente assistirmos ao aparecimento de oferta de seguros low cost associados a marcas já existentes. É o caso dos seguros Continente ou dos seguros Benfica.

Fonte: ionline (adaptado)

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